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Minicurso 17

MÍDIAS DIGITAIS E A DESCONSTRUÇÃO DE ESTEREÓTIPOS: HISTÓRIA DAS MULHERES, GÊNERO E RAÇA NA ESCOLA.

Proponentes

José Aricio Nascimento Neto

Graduando em História pela Universidade Federal de Sergipe – UFS. Desenvolve atividades no Programa Licenciando/as na escola (PROLICE) com a temática Educação em Direitos Humanos: Ensino de História e Temas Sensiveis; opera também no Programa de Iniciação Científica denominada A invenção do Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA: infâncias sergipanas diante da lei (1990), ambas sob a orientação do Prof. Dr. Jorge Luiz Zaluski. E-mail: aricioufs@gmail.com

​Quantidade de vagas: 30

 

Ementa: 

O presente minicurso busca proporcionar a discussão sobre Mídias Digitais e Estudos de Gênero em uma perspectiva interseccional. Fundamentado nas perspectivas de Scott, Butler (2013), Crenshaw (2004), Hooks (2017) e Gonzalez (2020), que questionam a extensão no tempo da invisibilidade de que as narrativas femininas ainda enfrentam para superar visões eurocêntricas e patriarcal no ensino de história. Para desconstrução das narrativas hegemônicas, utilizamos como foco as Mídias Digitais, como campo oportuno para coleta de dados, tanto para seu uso como fonte histórica para análise e seu uso em sala de aula, como para a identificação de narrativas que confrontam ideias hegemônicas sobre as mulheres. Este minicurso contribui ainda para auxiliar na formação acadêmica que contribua para atender a Lei nº 14.986/2024, que tornou obrigatório a inclusão do ensino das contribuições de mulheres na história, artes, ciência e cultura, além de instituir a Semana de Valorização de Mulheres que Fizeram História.

Público-alvo

Público em geral.

 

Metodologia

a definir

 

Atividade prática e avaliação

Dinâmica individual online com imagens para projeção. Participação na oficina, principalmente junto das respostas no momento inicial e final do minicurso. Solicitação de um pequeno resumo do aprendizado do que a oficina trouxe de conhecimento para os envolvidos, visando de refletir as desconstruções interseccionais.​

Desenvolvimento do minicurso

  • Plataforma: a definir.

  • Duração: 1 dias.

  • Carga horária: 4 horas.

  • Datas e horários: 27 DE MAIO DE 2026, HORÁRIO: a definir):

 

Programação detalhada do minicurso

​​

1º dia (27 DE MAIO DE 2026, HORÁRIO: a definir): por meio do uso de slides, será desenvolvido uma dinâmica que proporcione a auto-reflexão dos/as participantes como forma de compreenderem como a proposta pode ser desenvolvida nas instituições de ensino. Será levantado algumas perguntas que orientam a reflexão sobre o ser mulher, profissões, história das mulheres, dentre outros pontos articulados aos estudos de gênero em uma perspectiva interseccional de gênero, raça, classe e sexualidade. Feito esse levantamento, a discussão seguirá para a apresentação do aporte teórico e indicações de leitura. Na sequência, será
investigado sobre as Mídias Digitais e as representações de gênero. A exemplo disso, será selecionado vídeos de animação, vídeo clipe musical, postagens de redes sociais, dentre outras, tanto para confrontar com as narrativas hegemônicas como para identificação e análise das continuidades no tempo de narrativas que ainda sustentam o viés patriarcal. Por fim, será retomado o questionário inicial para comparativo das respostas, observação da aprendizagem sobre a temática e discussão dos possíveis encaminhamentos para o ensino de história.

​​Objetivos do minicurso

Apresentação e discussão dos Estudos de Gênero em perspectiva interseccional (Scott, Butler, Crenshaw, hooks, Gonzalez), desconstrução das barreiras eurocêntricas e patriarcais no ensino histórico. Discutir criticamente a implementação da Lei nº 14.986/2024 por meio de oficinas escolares; fomentar métodos analíticos que promovam olhares críticos sobre desigualdades de gênero, raça e sexualidade no âmbito social, escolar e acadêmico.

Diálogo com o evento

O diálogo entre o presente minicurso e o “IV Congresso Internacional de Humanidades Digitais, Cultura e Ensino” se dá pelo conteúdo transdisciplinar já exposto, o qual, transversalmente, busca observar o diálogo presente nas narrativas interseccionais de mulheres brasileiras, emergentes das últimas dinâmicas sociais e legislativas contra estereótipos patriarcais. A atividade busca ainda proporcionar contribuições para a formação acadêmica para auxiliar no atendimento da Lei nº 14.986/2024.

Referências

BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. Tradução de Ruy Jungmann. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2010.
BRITO, Marcela. Karol Conká eliminada do BBB21: seis motivos. Metrópoles, 23 fev. 2021. Disponível em: https://www.metropoles.com/entretenimento/bbb/karol-conka-eliminada-bbb2seis-motivos. Acesso em: 1 jan. 2026.
BUTLER, Judith P. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2013.
CHARGES.COM.BR. Machismo de ambos os lados [Vídeo]. Autoria de Mauricio Ricardo. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ILlf29KYwjM. Acesso em: 24 jan. 2025.
CRENSHAW, Kimberlé. A interseccionalidade na Discriminação de Raça e Gênero. In: VV.AA. Cruzamento: raça e gênero. Brasília: Unifem, p. 7-16, 2004.
GALO FRITO. HOMEM vs. MULHER ♫ [Vídeo]. Disponível em: https://youtu.be/ed0ByvrajQ?si=-IWIvNIMhpHfotPp. Acesso em: 2 jan. 2026.
GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos /organização Flavia Rios, Márcia Lima. — 1ª ed. — Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
HOOKS, bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. Tradução: Marcelo Brandão Cipolla. São Paulo: Editora Martins Fontes. 2017.
INÁCIA, Maria D'Ávila Neto. O autoritarismo e a mulher: o jogo da dominação macho-fêmea no Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro: Artes e Contos, 1994. p. 46-47.
IORC, Tiago. Masculinidade. YouTube, 2021. Disponível em: https://youtu.be/V5GUxCQ8rl4?si=zk_H5zvQZbEfJ50O em: 4 jan. 2026
ONU Mulheres Brasil. Precisamos falar com os homens? Direção: Ian Leite. Produção: Papo de Homem; Brasil, 2016. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=jyKxmACaS5Q. Acesso em: 10 jan. 2026.
PEDRO, Joana Maria. Traduzindo o debate: o uso da categoria gênero na pesquisa histórica. História (São Paulo), vol. 24, núm. 1, 2005, pp. 77-98.
POLITIZE. Feminismo: o que é, quais são os tipos e como surgiu? Disponível em:
https://www.politize.com.br/feminismo/. Acesso em: 13 jan. 2026.
REVISTA EVIDÊNCIA. Feminismo ou femismo: eis a questão. Revista Evidência, 2015.
Disponível em: https://www.revistaevidencia.com/2015/01/feminismo-ou-femismo-eis-a questao/. Acesso em: 6 jan. 2026.
SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e Realidade, Porto Alegre, v. 20, n. 2, jul./dez., 1995.
TENORIO, Emilly Marques. Série Assistente Social no combate ao preconceito: machismo. Organização e edição de conteúdo: Comissão de Ética e Direitos Humanos CFESS. Brasília, DF: CFESS, 2019. Disponível em: https://www.cfess.org.br/arquivos/CFESS-Caderno06-Machismo Site.pdf. Acesso em: 25 jan. 2025.

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